7 de julho de 2011

Na Prática do Bem.

Na Prática do Bem.
06/07/11


Irmãos nossos de ideais,
Deixam de exercitar a caridade fraterna,
Por considerar que as pessoas são ingratas.
Tomam a infeliz decisão de se afastar das pessoas,
E se enclausuram em atitude beatífica,
Como se elas, as pessoas ingratas,
Fosse às culpadas dos traumas psicológicos que lhes invade o ser.
O bem que se pratica ao próximo,
Transforma-se em moedas de troca na economia Divina.
Frustrar-se por encontrar ingratos na senda do bem,
É pensar pequeno e dispensar as dádivas celestes,
Que recai sobre aqueles que fazem o bem sem olhar a quem;
Dos que tem a mania de transformar inimigos em amigos;
Que não alimenta o ódio
E são capazes de se o adversário lhes exigir a entrega da túnica,
Doa sem resistência também o casaco,
Os sapatos etc.
São sempre nos revides que deixamos de colher bons frutos,
Para colher frutos amargos das perversidades.
Quem não faz conta do patrimônio que possui,
E ajuda de sobejo,
Recebe de quem menos se espera o dobro,
E o que doou de mãos abertas se torna ninharias,
Diante das recompensas em dobro recebidas de forma inesperada.
 O bem que se pratica aos outros,
Não se pesa e não se mede.
A única balança capaz de pesar as nossas boas ações,
É a balança Divina.
Qualquer elogio ou reconhecimento dos homens,
Tem valor,
Se for também reconhecido por Deus,
Caso contrário se perde no emaranhado tecido
Com fios de orgulho e de egoísmo.


Jorge Cândido.


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