4 de agosto de 2012

Simplesmente.


Simplesmente.
04/08/12.

O materialista explica a vida muito resumida, como se fosse apenas uma coincidência gerada pela reunião da matéria. Para ele não há planejamento, tudo é física e química: nasce porque tem que nascer e morre quando as células já cansadas resolvem desintegrar-se. Isto é muito simplório para um conjunto de situações tão complexas que tira o sono de quem resolve ir fundo na pesquisa. Se não houver um único ser no comando as coisas não se organizariam como se nota; a repetição tomaria rumo muito diferente entre seres da mesma espécie, explicada pela lei única da evolução da matéria; mas não é bem assim, cada ser vivo está atrelado ao princípio inteligente e a matéria se organiza de acordo a necessidade do Espírito, por isso cada espécie desenvolve armas de ataque e escudo de defesa específica.
Seja na grandeza ou no diminuto a idéia do infinito prevalece. Ao querer dividir a matéria haveria a necessidade de agir continuamente porque cada coisa precisa de outra coisa para ser gerada e ao executar esta divisão chegaremos à alma de cada coisa completa que também é a reunião de energias. Digamos que cada vida usada de comparação seja uma nuvem de fumaça que se expande e se torna invisível, mas não se exterminou, Simplesmente ficou rarefeita pelo efeito da desintegração. As moléculas e as células são os componentes da matéria que unida ao princípio vital sugere a vida, mas sem um ser dominante que costumeiramente chamamos de Deus, nada, mas nada mesmo existiria.
Se questionamos este assunto é porque existe em nós uma centelha de sabedoria que podemos ousar chamá-la de partícula de Deus que é o infinito em tudo.

Jorge Cândido.   

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