6 de agosto de 2016

Na Inoscêmcia de Criança.

Na Inocência de Criança.
06/08/16.

Morando embaixo de taperas me vi criança a sorrir.
Correndo de pés no chão em lugar de pedregulho.
Gente sem nenhum orgulho, vendo a vida colorida;
Na Inocência de Criança tudo na vida era belo,
À tarde o Sol amarelo era coisa que encantava.

À noite as estrelas no céu eram lindas de se ver!
Contando uma por uma despertava a fantasia.
Era assim que a poesia matutava em minha mente.
Pro lado do Sol nascente olhando me inspirava;
Este Universo sem fim era cantado por mim,
Em lindos versos rimados.

Fui crescendo fui crescendo, 
E em minha mente uma luz se apagou.
Fiquei só com os meus ais.
Mi despertou a malícia ficou tudo rebuscado.
Tive que viver a vida na mais ampla realidade.
É um passado que passou, passou e não volta mais.
Sou um navio a deriva, no mar distante do cais.


Jorge Cândido.


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