Retorno à Vida.
13/01/17.
Retorno a Vida,
pois que aqui na carne é o meu lugar;
Lugar de todos os
espíritos que ainda capenga,
Que ainda fica no
lenga lenga entre o certo e o errado;
Eu sou como a
madeira de cerrado de cerne duro
Que ainda cresce
torta meio viva semimorta
Querendo um lugar
ao Sol.
Eu freqüento o rol
das almas impuras
Que ainda pertence
à Terra,
Que vive ainda em
guerra
Contra o seu
próprio egoísmo.
Ainda não percebi
a razão do cristianismo,
Por isso hoje mi
nego em dizer que sou cristão.
Sou apenas um gira
mundo,
No fundo no fundo,
Escravo da
reencarnação.
Ainda não vejo o
alvo onde devemos chegar.
Não sou anjo de
candura nem sou bruto,
Sou uma pobre
criatura por isso ainda labuto
Neste longo
caminhar.
Jorge Cândido.
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