As Serpentes.
03/07/11
No “Paraíso Imaginário” de cada um,
Temos na simbologia da palavra,
As muitas “serpentes” a nos atormentar com sugestões descabidas.
Assim como Adão e Eva,
Queremos sempre estar no “paraíso das mordomias,”
Mas para isso é preciso o desenvolvimento integral,
Da ciência pura em nossa consciência;
Mas são poucos os que estão predispostos a isso.
Entre os “frutos da árvore da ciência”
E as “migalhas caídas da árvore da incerteza,”
A maioria de nós preferimos a segunda que sugere as facilidades.
A “Serpente Malvada” da inveja,
Martela em nossa frágil mente,
Sugerindo atalhos para a conquista dos nossos objetivos fúteis,
Mas com muitas ciladas perigosas a espreitar-nos.
O homem sempre busca a paz e a felicidade,
Mas por causa da sua falsa esperteza em querer tudo fácil,
Quando as encontra é de pouca duração.
(Fazendo ligeira comparação,)
“É parecida como os produtos perecíveis de consumo,
Com prazo marcado de validade e que está para vencer.”
-Dura pouco. -
Dura pouco porque pensamos no bem estar apenas para nós mesmos
E nunca de forma coletiva.
Plante a boa semente com carinho e colherá bons frutos.
Plante as más sementes com más intenções
E colherá lindas flores;
Mas por mais lindas que sejam elas murcharão;
Porque foi recolhida antes da metamorfose e gerasse bons frutos...
Frutos de paz e felicidade.
Que cada um tenha o seu paraíso imaginário,
Mas jamais esqueça os que ti ajudaram a construí-lo,
Caso contrário será de pouca duração;
Assim como ocorreu com Adão e Eva em relação ao Jardim do Éden.
A serpente da inveja,
Encarregar-se-á de destruir o que construíste sonegando
E lesando consciências.
Jorge Cândido.
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