3 de julho de 2011

O Barco da Consciência.


O Barco da Consciência
03/07/11

Um barco está à deriva, num grande mar de ilusão.
Sem rumo e sem direção, querendo um porto encontrar.
É o Barco da Consciência, que foi em busca de águas mansas,
Onde a paz e a segurança, juntas possam navegar.
Veio então a tempestade e o barco aí se perdeu.
O mar ficou revolto, durante noites e dias,
Foram chuvas e chuvas de filosofias,
Que até a caridade, da consciência varreu.

Uma serpente maldosa, do mar nas noites chuvosas,
Lançou fogo e confusão,
Aumentando ainda mais, até os cais, de ilusão.

Somente um bom salva-vidas, pode o barco resgatar.
Mas isto se consciência, ter ciência do perigo,
E resolver se salvar.
Não há segredo e nem hora, é só  conjugar agora,
No presente o verbo amar.

Jorge Cândido.
                                      

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